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Análise de leveduras no ar: importância, métodos e relação com HVAC

A análise de leveduras no ar não deve ser vista como um procedimento isolado ou apenas documental.

A análise microbiológica do ar é um exame técnico que avalia a presença de microrganismos dispersos em ambientes internos, como leveduras, bolores, fungos, bactérias e outros bioaerossóis.

Em ambientes climatizados, ela ajuda a entender a qualidade do ar interno e apoia decisões de manutenção, controle sanitário e conformidade técnica.

Ela faz parte de uma avaliação mais ampla da saúde ambiental de escritórios, hospitais, laboratórios, indústrias, centros logísticos e demais espaços que dependem de sistemas HVAC para conforto térmico, renovação de ar e continuidade operacional.

Leveduras são fungos microscópicos que podem estar presentes naturalmente no ambiente, em superfícies, materiais orgânicos, sistemas de ventilação, áreas úmidas e no próprio fluxo de circulação do ar.

A simples detecção de microrganismos, porém, não significa automaticamente uma situação de risco sanitário.

A interpretação depende do contexto: ocupação do local, características do sistema de climatização, condições de umidade, limpeza, ventilação, manutenção, histórico de reclamações e critérios técnicos aplicáveis.

Essa diferença é importante porque a qualidade do ar interno não se resume à ausência total de microrganismos, algo que não é uma expectativa realista em ambientes ocupados.

O ponto central é compreender se há indícios de desequilíbrio microbiológico, fontes de proliferação, falhas de manutenção ou condições ambientais que favoreçam a presença recorrente de bioaerossóis em níveis que mereçam investigação e ação técnica.

Na prática, a análise microbiológica do ar funciona como uma ferramenta preventiva de gestão de riscos.

Ela pode apoiar:

  • O diagnóstico da qualidade ambiental interna;
  • A identificação de fungos, bactérias, leveduras e bolores no ar;
  • A avaliação de ambientes climatizados atendidos por sistemas HVAC;
  • A documentação técnica para auditorias e certificações;
  • A tomada de decisão sobre limpeza, manutenção, ventilação e controle de umidade;
  • A proteção da saúde ocupacional e do conforto dos usuários.

Quando conectada à manutenção predial, a análise ganha ainda mais valor.

Um resultado microbiológico deve conversar com o estado dos filtros, dutos, serpentinas, bandejas de condensado, pontos de umidade, rotinas de higienização e desempenho do sistema de climatização.

Por isso, o exame não é apenas uma fotografia laboratorial: é um insumo para entender como o edifício está operando e quais medidas podem reduzir recorrências.

A FANCOLD atua nesse cenário como empresa brasileira com experiência desde 1999 em climatização, manutenção predial e facilities.

Sua abordagem em Análise Microbiológica do Ar está alinhada à necessidade de avaliar ambientes internos com rigor técnico, emitir laudos detalhados e apoiar clientes na gestão contínua da qualidade do ar, especialmente em empreendimentos comerciais, industriais, hospitalares, financeiros e outros espaços que dependem de operação segura e eficiente.

Assim, analisar leveduras, fungos, bactérias e bioaerossóis no ar é uma forma de transformar dados ambientais em decisões mais responsáveis.

O objetivo não é gerar alarme, mas oferecer base técnica para prevenir problemas, orientar a manutenção, sustentar a conformidade e melhorar a segurança dos ambientes climatizados.

Quando a análise de leveduras no ar é recomendada?

A investigação microbiológica do ar é recomendada quando há sinais de que o ambiente interno pode estar favorecendo a presença ou a dispersão de microrganismos, especialmente em locais climatizados por sistemas HVAC.

Para gestores prediais, engenheiros, equipes de facilities e responsáveis por manutenção, o objetivo não é tratar a análise como um exame isolado, mas como parte de uma avaliação técnica do uso do ambiente, do histórico de manutenção e das condições de ventilação, umidade e limpeza.

Em termos práticos, a análise é indicada quando há:

  • Relatos recorrentes de desconforto entre ocupantes, como irritação, percepção de ar pesado ou queixas associadas ao ambiente, sem transformar esses sinais em diagnóstico médico;
  • Odor persistente, sensação de mofo ou suspeita de contaminação em salas, áreas técnicas, dutos, forros ou ambientes com baixa renovação de ar;
  • Necessidade de apoiar auditorias, certificações, inspeções internas ou processos de conformidade ligados à qualidade do ar interno;
  • Mudanças no padrão de ocupação, reformas, infiltrações, falhas de climatização ou períodos prolongados de operação irregular;
  • Ambientes críticos ou sensíveis, como hospitais, laboratórios, indústrias, escritórios corporativos, varejo, centros logísticos e instituições financeiras;
  • Necessidade de complementar rotinas de manutenção preventiva, PMOC e gestão de facilities com dados objetivos sobre bioaerossóis, fungos, bactérias, bolores e leveduras.

A análise de leveduras no ar também é relevante como monitoramento preventivo.

Em vez de ser solicitada apenas quando já existe um problema aparente, ela pode apoiar decisões de manutenção, auditorias e controles periódicos em ambientes climatizados.

Esse uso preventivo ajuda a identificar tendências, investigar fontes prováveis e orientar ações antes que a condição ambiental gere impactos operacionais mais complexos.

A prioridade da análise varia conforme o setor.

Em hospitais e laboratórios, a atenção tende a ser maior porque os ambientes podem envolver usuários mais vulneráveis, processos sensíveis ou exigências internas de controle mais rigorosas.

Em indústrias, a avaliação pode estar relacionada à segurança ocupacional, à proteção de áreas produtivas e à estabilidade das condições ambientais.

Em escritórios corporativos e instituições financeiras, o foco costuma envolver conforto, continuidade operacional, conformidade documental e redução de recorrências associadas ao sistema de climatização.

Em varejo e centros logísticos, a investigação pode ser útil quando há grande circulação de pessoas, variação de carga térmica, áreas extensas climatizadas ou suspeita de umidade.

Um ponto importante é que a presença microbiológica não deve ser interpretada de forma automática como risco sanitário elevado.

O resultado precisa ser avaliado por profissionais qualificados, considerando concentração, tipo de microrganismo, pontos de coleta, características do ambiente, ocupação, ventilação, umidade, limpeza, histórico de manutenção e condição dos equipamentos HVAC.

Essa leitura contextual ajuda a evitar conclusões alarmistas e torna o laudo uma ferramenta de gestão.

Assim, o serviço contribui não apenas para documentação e auditoria, mas também para decisões mais seguras sobre manutenção preventiva de ar-condicionado, PMOC e gestão de facilities.

Como é feita a coleta e a análise microbiológica do ar?

A análise microbiológica do ar começa antes da coleta propriamente dita.

Para que o resultado tenha valor técnico, é necessário planejar a amostragem, definir pontos representativos do ambiente e registrar condições que podem interferir na presença de bioaerossóis, como ocupação, ventilação, umidade, limpeza recente e operação do sistema HVAC.

Em termos práticos, a análise é feita por meio da coleta de ar em ambientes internos, seguida de avaliação microbiológica em laboratório, com identificação de microrganismos de interesse, como fungos, bactérias e, quando aplicável, leveduras.

Por isso, em investigações de qualidade do ar interno, a análise de leveduras no ar pode compor uma leitura mais ampla do comportamento microbiológico do ambiente climatizado.

Passo a passo da análise microbiológica do ar:

  1. Planejamento da amostragem
    A etapa inicial consiste em entender o tipo de ambiente, sua finalidade, a rotina de ocupação, as características do sistema de climatização e os objetivos da investigação.

    Um escritório corporativo, um hospital, um laboratório ou uma área industrial podem exigir abordagens de avaliação diferentes, porque apresentam níveis distintos de criticidade, circulação de pessoas, controle ambiental e sensibilidade operacional.

  2. Definição dos pontos de coleta
    Os pontos de coleta devem representar as condições reais do ambiente.

    Em geral, a escolha considera áreas ocupadas, locais próximos a difusores ou retornos de ar, regiões com queixas recorrentes, zonas com odor, umidade aparente ou histórico de manutenção.

    A seleção inadequada dos pontos pode distorcer a leitura, por isso essa etapa depende de avaliação técnica e conhecimento do funcionamento predial.

  3. Coleta de ar no ambiente interno
    A coleta de ar busca capturar uma amostra representativa dos bioaerossóis presentes no ambiente.

    Dependendo do método adotado, a amostragem pode envolver o contato do ar com placas de cultivo ou outros recursos compatíveis com a avaliação microbiológica.

    O ponto essencial é que o procedimento seja conduzido com cuidado, evitando contaminações externas e preservando a rastreabilidade das informações.

  4. Registro das condições ambientais e operacionais
    A amostra isolada raramente conta toda a história.

    Para interpretar o resultado, é importante registrar dados contextuais, como uso do ambiente no momento da coleta, funcionamento do ar-condicionado, ventilação, umidade percebida, limpeza, manutenção recente, presença de obras, infiltrações ou alterações na ocupação.

    Esses elementos ajudam a diferenciar uma ocorrência pontual de um possível padrão de risco ambiental.

  5. Encaminhamento para análise microbiológica
    Após a coleta, as amostras seguem para análise, incluindo etapas como incubação e observação do crescimento microbiológico, conforme o método aplicável.

    A partir desse processo, é possível avaliar a presença de grupos de microrganismos, como fungos, bactérias e bioaerossóis relevantes para o diagnóstico ambiental.

    A identificação microbiológica deve ser lida com critério, sem conclusões alarmistas baseadas em um único dado isolado.

  6. Interpretação técnica dos resultados
    O resultado da análise precisa ser interpretado considerando o conjunto de fatores do ambiente.

    Ocupação elevada, ventilação insuficiente, umidade, falhas de limpeza, filtros saturados, dutos com necessidade de inspeção ou manutenção inadequada podem influenciar a qualidade microbiológica do ar.

    Por isso, o laudo deve orientar a tomada de decisão, e não funcionar apenas como documento formal para arquivo.

  7. Emissão do laudo técnico
    O laudo técnico consolida as informações da coleta, os resultados observados e a leitura técnica aplicável ao caso.

    Quando bem elaborado, ele apoia decisões de manutenção preventiva, manutenção preditiva, correções no sistema HVAC, revisão de rotinas de limpeza, investigação de fontes de umidade e acompanhamento da qualidade do ar interno ao longo do tempo.

A FANCOLD fornece coleta e análise microbiológica do ar com emissão de laudos técnicos detalhados, dentro de sua atuação em climatização, Facilities Management e Engenharia de Manutenção.

Com experiência desde 1999 no setor, a empresa integra a avaliação microbiológica à visão operacional dos ambientes climatizados, ajudando gestores a compreender não apenas o que foi encontrado no ar, mas também quais condições prediais e de manutenção podem estar relacionadas ao resultado.

Assim, a confiabilidade da análise depende de três pilares: procedimento adequado de coleta, rastreabilidade das informações e interpretação por profissionais qualificados.

Mais do que uma exigência documental, a análise microbiológica do ar é uma ferramenta para orientar decisões técnicas, reduzir riscos sanitários e apoiar a continuidade operacional de ambientes internos.

Normas, conformidade e qualidade do ar interno

A análise microbiológica do ar se relaciona a referências técnicas como ABNT NBR 17037, ABNT NBR 7256 e exigências da ANVISA, especialmente em ambientes internos climatizados.

Essas referências ajudam a orientar critérios de avaliação, documentação, auditoria e tomada de decisão sobre qualidade do ar interno, segurança ocupacional e manutenção de sistemas HVAC.

Em ambientes climatizados, a conformidade não deve ser vista apenas como a existência de um laudo técnico arquivado.

O valor real da análise está em transformar dados microbiológicos em informação útil para gestão predial: identificar sinais de atenção, investigar possíveis causas, priorizar ações corretivas e acompanhar se as medidas adotadas estão contribuindo para um ambiente mais seguro e controlado.

A FANCOLD executa Análise Microbiológica do Ar voltada à avaliação da qualidade do ar interno e ao apoio à conformidade com ABNT NBR 17037, ABNT NBR 7256 e exigências da ANVISA, conforme o escopo informado do serviço.

Com experiência desde 1999 em climatização, manutenção predial e facilities, a empresa integra a leitura técnica do laudo ao contexto operacional do ambiente, especialmente quando há sistemas HVAC, áreas críticas, auditorias ou necessidade de documentação técnica consistente.

Referência Papel na análise microbiológica do ar
ABNT NBR 17037 Referência técnica associada à avaliação da qualidade do ar interno e à organização de critérios para análise, documentação e interpretação dos resultados.
ABNT NBR 7256 Referência relevante para ambientes de saúde e áreas com maior criticidade operacional, apoiando decisões relacionadas à qualidade do ar e ao desempenho de sistemas climatizados.
ANVISA Atua como referência regulatória para requisitos sanitários aplicáveis, especialmente quando a qualidade do ar interno tem impacto sobre saúde, segurança e conformidade de ambientes ocupados.

O laudo técnico também tem papel importante em auditorias e certificações, pois registra informações sobre a condição microbiológica do ambiente no momento avaliado.

No entanto, a interpretação responsável exige considerar fatores como ocupação, ventilação, umidade, limpeza, manutenção dos equipamentos, histórico de falhas e características do sistema de climatização.

Um resultado isolado, sem análise do contexto, pode levar a decisões incompletas.

Por isso, a documentação deve funcionar como ponto de partida para melhoria contínua.

Quando o laudo indica necessidade de investigação, as ações podem envolver revisão de manutenção preventiva, avaliação de filtros, inspeção de pontos com umidade, verificação de ventilação, reforço de rotinas de limpeza ou nova avaliação após intervenções.

Assim, a conformidade deixa de ser apenas documental e passa a apoiar controle de riscos, segurança ocupacional e continuidade operacional.

Em sistemas HVAC de ambientes críticos, a análise microbiológica do ar ganha ainda mais relevância porque conecta saúde ambiental, desempenho técnico e gestão de ativos.

Relação entre leveduras, manutenção HVAC e prevenção de riscos

A qualidade microbiológica do ar não depende apenas do que aparece no resultado laboratorial.

Em ambientes climatizados, a manutenção de HVAC influencia diretamente a circulação, a filtragem, a renovação, a umidade e a limpeza dos componentes por onde o ar passa.

Por isso, a presença de leveduras, bolores, bactérias e outros bioaerossóis deve ser interpretada junto com a condição operacional do sistema.

Em termos práticos, a análise microbiológica funciona como um sinal técnico dentro de um contexto maior.

Um resultado que indique atenção para leveduras no ar pode estar relacionado a diferentes fatores do ambiente: umidade elevada, ventilação insuficiente, falhas de limpeza, filtros saturados, dutos com sujidade acumulada, condensação recorrente ou operação inadequada do sistema de climatização.

Isso não significa que todo achado represente automaticamente um risco sanitário grave, mas indica que o gestor deve investigar causas e padrões antes de decidir a intervenção.

É nesse ponto que a integração entre microbiologia do ar, manutenção predial e facilities management se torna estratégica.

A análise isolada mostra uma condição em determinado momento; o histórico de manutenção ajuda a explicar por que essa condição pode estar ocorrendo.

Ao cruzar laudo técnico, inspeções, registros de falhas, trocas de filtros, ocorrências de umidade, reclamações de conforto térmico e rotina de limpeza, a decisão deixa de ser apenas corretiva e passa a ser preventiva.

A manutenção preventiva contribui para reduzir condições favoráveis à proliferação microbiológica ao manter componentes críticos em melhor estado de operação.

A manutenção preditiva, por sua vez, apoia a identificação antecipada de desvios, como alteração de desempenho, umidade recorrente ou perda de eficiência.

Já a manutenção corretiva entra quando há falha instalada ou necessidade de intervenção pontual.

Pontos de atenção comuns em sistemas HVAC incluem:

  • Filtros: quando inadequados, vencidos ou saturados, podem comprometer a retenção de partículas e afetar a qualidade do ar interno.
  • Dutos e difusores: acúmulo de sujidade, umidade ou falhas de higienização podem favorecer dispersão de bioaerossóis.
  • Bandejas de condensado e pontos úmidos: água parada, drenagem deficiente ou condensação recorrente exigem investigação.
  • Ventilação e renovação de ar: ambientes com ventilação insuficiente podem concentrar contaminantes e reduzir a percepção de conforto.
  • Operação do sistema: ajustes inadequados de temperatura, umidade e vazão podem afetar tanto o conforto quanto a estabilidade ambiental.
  • Rotina predial: limpeza, ocupação, reformas, layout e uso do espaço também interferem nos resultados microbiológicos.

Para gestores, engenheiros e responsáveis por facilities, um checklist educacional pode ajudar a decidir quando aprofundar a investigação técnica:

  • Há odor persistente, sensação de ar pesado ou aumento de queixas relacionadas ao ambiente?
  • Existem pontos de umidade, infiltração, condensação ou mofo visível próximos ao sistema de climatização?
  • O histórico de manutenção mostra falhas recorrentes, atrasos em inspeções ou necessidade frequente de correções?
  • Filtros, serpentinas, bandejas, dutos e difusores foram avaliados dentro de uma rotina técnica estruturada?
  • O ambiente passou por reforma, mudança de layout, aumento de ocupação ou alteração no regime de operação?
  • Os resultados da análise microbiológica apontam necessidade de comparar dados com inspeções físicas e condições de uso?
  • Há necessidade de documentar ações para auditorias, segurança ocupacional ou melhoria contínua?

Essa abordagem é importante porque a resposta a um achado microbiológico raramente está em uma única ação.

Em muitos casos, o melhor caminho envolve revisar o plano de manutenção, ajustar rotinas, investigar umidade, avaliar ventilação e acompanhar a evolução por monitoramento técnico.

A principal diferença está em tratar a análise microbiológica não como um documento isolado, mas como parte da gestão de risco do edifício.

Quando os resultados dialogam com manutenção preventiva, preditiva, corretiva e facilities management, a empresa ganha base para tomar decisões mais seguras, reduzir custos evitáveis, preservar eficiência energética e manter a continuidade operacional dos ambientes climatizados.

Como interpretar o laudo e transformar resultados em ações

A decisão não deve se basear em um dado isolado, mas no conjunto: ocupação, ventilação, umidade, limpeza e histórico de manutenção.

Um laudo técnico não é apenas um documento para arquivo ou auditoria.

Ele funciona como um diagnóstico ambiental que ajuda gestores de facilities, engenharia de manutenção, saúde ocupacional e segurança a entenderem se há sinais que exigem investigação, correção operacional ou monitoramento contínuo da qualidade do ar.

Na prática, a leitura responsável ajuda a evitar dois erros comuns: minimizar resultados relevantes ou interpretar a presença de microrganismos de forma alarmista, sem considerar o contexto.

O primeiro passo é observar o que foi identificado.

Em análises microbiológicas, podem aparecer referências a fungos, leveduras, bolores, bactérias e outros bioaerossóis, conforme o escopo da avaliação.

A simples detecção de microrganismos não significa, por si só, que existe um risco sanitário imediato.

A interpretação depende da concentração, do tipo de ambiente, das condições de climatização, da finalidade do espaço, da presença de usuários sensíveis e dos critérios técnicos adotados para a análise.

Em seguida, é importante relacionar o resultado ao funcionamento do sistema HVAC.

Ambientes climatizados dependem de ventilação adequada, filtragem, controle de umidade, limpeza de componentes e rotinas de manutenção preventiva, preditiva e corretiva.

Quando um laudo aponta necessidade de atenção, as ações possíveis no setor incluem revisar o plano de manutenção, verificar filtros, avaliar dutos e bandejas, investigar pontos de umidade, analisar renovação de ar, reforçar rotinas de limpeza e acompanhar se as medidas adotadas reduzem a recorrência do problema.

Uma forma prática de transformar o laudo em decisão é seguir uma sequência técnica:

  1. Ler o objetivo da análise e os pontos de coleta avaliados.
  2. Verificar quais microrganismos foram pesquisados ou identificados.
  3. Comparar os resultados com critérios técnicos e normativos aplicáveis ao tipo de ambiente.
  4. Cruzar os achados com histórico de manutenção, ocupação, reclamações, odores, umidade e falhas operacionais.
  5. Priorizar ações conforme criticidade do ambiente, especialmente em hospitais, laboratórios, indústrias, escritórios corporativos e áreas com grande circulação.
  6. Registrar as medidas adotadas e programar monitoramento após intervenções, quando tecnicamente indicado.

Esse olhar integrado é especialmente útil quando o tema envolve análise de leveduras no ar, pois a conclusão não deve se limitar ao resultado laboratorial.

É necessário entender se há fatores ambientais favorecendo a presença ou a recorrência de microrganismos, como umidade elevada, baixa ventilação, higienização inadequada ou falhas na manutenção do sistema de climatização.

A FANCOLD atua com Análise Microbiológica do Ar por meio de coleta, avaliação microbiológica e emissão de laudos técnicos detalhados, apoiando a conformidade com referências como ABNT NBR 17037, ABNT NBR 7256 e exigências da ANVISA, conforme aplicável ao contexto do serviço.

Com experiência desde 1999 em climatização, Facilities Management e Engenharia de Manutenção, a empresa contribui para que o resultado do laudo seja interpretado como parte de uma gestão mais ampla de riscos sanitários, continuidade operacional, eficiência dos ativos e segurança dos usuários.

Também é recomendável tratar o laudo como parte de um ciclo de melhoria contínua.

Se uma ação corretiva for executada, o acompanhamento posterior ajuda a verificar se o ambiente permanece sob controle e se o plano de manutenção está adequado à realidade do prédio.

Esse monitoramento contínuo da qualidade do ar tende a ser mais eficiente do que intervenções pontuais e desconectadas da rotina operacional.

Perguntas frequentes

O que é análise microbiológica do ar?

É uma avaliação técnica da qualidade microbiológica do ar interno, usada para identificar a presença de microrganismos como fungos, bactérias, leveduras, bolores e bioaerossóis, conforme o escopo da análise.

Quando fazer a análise?

Ela pode ser indicada em auditorias, certificações, investigação de odores, suspeitas de contaminação, ambientes críticos, queixas recorrentes de ocupantes ou como parte do monitoramento preventivo de sistemas climatizados.

Qual a relação com HVAC?

O sistema HVAC influencia ventilação, filtragem, temperatura, umidade e circulação do ar.

Por isso, resultados microbiológicos devem ser analisados junto ao histórico de manutenção e às condições operacionais do sistema.

Quais normas são citadas nesse contexto?

As referências informadas para o serviço incluem ABNT NBR 17037, ABNT NBR 7256 e exigências da ANVISA, sempre considerando a aplicação técnica adequada ao tipo de ambiente.

Para uma avaliação responsável, o próximo passo é consultar a FANCOLD e discutir o laudo com uma equipe técnica qualificada.

A empresa oferece suporte em qualidade do ar interno, gestão de facilities e engenharia de manutenção, com atuação orientada por segurança, ética, sustentabilidade e atendimento emergencial 24 horas.

Converse com a FANCOLD sobre a avaliação do ar interno

Entre em contato com a FANCOLD para discutir sua necessidade de análise de leveduras no ar e avaliar um escopo compatível com as características da instalação.

Compartilhe com a equipe os ambientes atendidos, os registros de umidade e o histórico de manutenção; essas informações ajudam a preparar a avaliação e a definir os próximos passos do atendimento.

Perguntas sobre a avaliação do ar interno

O que é análise microbiológica do ar e por que as leveduras importam?

A análise microbiológica do ar é um exame técnico que avalia a presença de microrganismos dispersos em ambientes internos, como leveduras, bolores, fungos, bactérias e outros bioaerossóis.

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